Este desenho animado (Disney-Pixar) é espectacular, no entanto, o rumo que a história tomou não foi de encontro com aquilo de que eu estava à espera. Gostei imenso de ver a versão original, sendo que o sotaque escossês é muito giro. Uma história linda que eu recomendo para quem gosta do género! A companhia também foi óptima!
Tivemos ainda direito a uma curta-metragem no início. "La Luna" é uma história fofina sobre como se formam as estrelas e como nos é possível ver a lua ;)
Este fui vê-lo para fazer a vontade ao namorado mas confesso que me diverti bastante. Não faz o meu género de filme preferido mas acabo sempre por gostar da história. Uma coisa é certa, as piadas, na minha opinião, são o ponto forte do filme!
Véspera de feriado, vento e chuva... Nada melhor do que nos sentarmos confortavelmente no sofá a ver um bom filme. "Blue Valentine- Só tu e eu" é um filme de Derek Cianfrance e premiado no 26º Sundance Film Festival. Michelle Williams e Ryan Gosling representam um casal que após vários anos de casamento e com uma filha, nos mostram o passado conjunto deles e um presente em que a tentativa de se manterem juntos parece cada vez mais falhada. À medida que vamos vendo o filme, algumas surpresas aparecem, coisas com as quais não se contam mas que fazem a história deste casal, desta família. Uma história muito real nos dias de hoje. O filme, é diferente, é óptimo!
Adquiri um livro que compila as fábulas de Jean de la Fontaine (1621-1695), ilustrado por Gustave Doré (1832-1883) e traduzido por Filinto Elísio (1734-1839) e Curvo Semedo (1766-1838). Já agora, a editora é a Europa-América. Todas estas pessoas foram muito importantes e permitiram que este livro fosse uma obra de arte mas eu queria aqui salientar Jean de la Fontaine. Quando era pequena, gostava imenso de ler contos e fábulas (na verdade, ainda hoje adoro), e lembro-me de ler as fábulas deste poeta que se tornou o pai da fábula. O modo como ele usa os animais para fazer alusão às personalidades humanas é não só divertido mas também educativo. Não fossem as fábulas acabadas sempre com a "moral da história". Eu gosto muito de La Fontaine e acho que qualquer criança deveria ter acesso às suas fábulas lidas e explicadas pelos pais, tios, avós... Eu li-as sozinha e não me queixo mas as coisas bonitas devem sempre ser partilhadas!
Encontrei a página oficial do museu Jean de la Fontaine situado em Château-Thierry que é a casa onde morou o poeta. Através do link, vão ter directamente ao sítio onde é possível encontrar as fábulas (em francês), muitas das quais, conhecemos ou já ouvimos algures sem saber muito bem onde... É impossível ler uma fábula sem acabar com um sorriso e pensar: "Hiii, pois é..." Vale a pena e é uma óptima leitura para um sono tranquilo.
A Cigarra e a Formiga
Tendo a cigarra em cantigas
Folgado todo o verão,
Achou-se em penúria extrema
Na tormentosa estação.
Não lhe restando migalha
Que trincasse, a tagarela
Foi valer-se da formiga,
Que morava perto dela.
Rogou-lhe que lhe emprestasse,
Pois tinha riqueza e brio,
Algum grão com que manter-se
Té voltar o acesso estio.
"Amiga" - diz a cigarra -
"Prometo, à fé d'animal.
Pagar-vos antes de agosto
Os juros e o principal."
A formiga nunca empresta,
Nunca dá, por isso junta:
"No verão em que lidavas?"
A pedinte ela pergunta.
Responde a outra: "eu cantava
Noite e dia, a toda hora."
"- Oh! Bravo!" - torna a formiga -
"Cantavas? Pois dança agora!"
Numa altura em que Batman voltou a estar na moda, eu voltei a ver o primeiro filme. Gostei muito da primeira vez que o vi, sentada no sofá com a minha mãe, na RTP1 mas já não me lembrava de quase nada (tenho uma memória de elefante, digam lá!). Filme de 2005 é dirigido por Christopher Nolan e Christian Bale faz a personagem principal. Apesar de ser um filme de BD, a verdade é que torna-se quase um drama verídico o que faz com que uma pessoa se identifique bastante com a história. Não sou fanática de filme de banda-desenhada e nunca vi Batman e Robin mas gosto imenso de ver Christian Bale como Bruce Wayne/Batman e já só penso em ver o segundo.
A semana passada revi este musical de 2007 de Tim Burton. E ainda bem. A primeira vez evitei ver certas cenas porque não as conseguia ver mas desta vez, vi tudo e até fiquei intrigada, pois não entendo porque não consegui ver as cenas mais impressionáveis da primeira vez, tendo em conta que não são assim tão impressionáveis. Bem, pelo menos à segunda vez... Vimos bem que aquilo não é o que parece... Pelo menos assim me pareceu desta vez. E foi agradável recordar a história toda. Na verdade, eu só me lembrava de como eram feitas as empadas, foi o que me marcou mais. Mas desta vez, consegui guardar toda a história que até chega a ser linda. Johnny Deep tem o papel principal, de uma pessoa injustiçada que acaba por fazer justiça com as próprias mãos...
Aqui está uma bela iniciativa para amantes de cinema e para amantes do Porto. Escolham a sessão pelo filme, ou pelo lugar, tanto faz. O importante é passar um bom serão a ver um bom filme num belo lugar desta cidade linda! Divirtam-se!!!
03/08 - Jardins do Palácio de Cristal - "Sombras da escuridão" 04/08 - Praça D. João I - "Sem Tempo" 10/08 - Jardins do Palácio de Cristal - "Homens de Negro" 11/08 - Rua Cândido dos Reis - "Jogada de Risco" 17/08 - Jardins do Palácio de Cristal - "Agentes secundários" 18/08 - Largo das Cardosas - "Os Descendentes" 24/08 - Jardins do Palácio de Cristal - " Crónica" 25/08 - Praça da Trindade - "Um Homem com sorte" 31/08 - Court central do Complexo de ténis Monte Aventino - "O fantástico Homem Aranha" 01/09 - Praça da Ribeira - "A idade do Rock"
A revista deste mês já está disponível nas bancas. Inclui uma reportagem "Cães: uma espécie, mil raças" que estou ansiosa por ler. Outra "Fotografando raios" que também deve ser interessante. Ainda também "Londres Olímpica, o novo East End" será para recordar e finalmente "Ilha de Páscoa", tema da capa e "Gansos-patolas, mergulhadores audazes". Para saber mais siga o endereço oficial
Eis um livro bastante divertido. Perguntas "existenciais", algumas delas insólitas mas para todas elas existe uma resposta. Aprendi algumas coisas bem interessantes com este livro e posso dizer que algumas dessas apendizagens até mudaram alguns dos meus hábitos! Recomendo vivamente!
"Já se lembrou de uma pergunta tão disparatada e ridícula que nunca
teve coragem de a perguntar a ninguém? Vivas, imaginativas, por vezes
desconcertantes mas sempre inesperadas, as perguntas e respostas dos
leitores da New Scientist, revista líder de ciência e tecnologia, na popular coluna "The Last Word"
são verdadeiramente extraordinárias. Semanalmente, questões
complicadas, com origem na vida do dia-a-dia, estão sempre a merecer
explicações sábias, estranhas e até mesmo loucas vindas de todo o mundo. Este livro, em forma de almanaque, é uma colectânea brilhante,
inteligente, divertida e irresistível para todos aqueles que tenham
interesse pelo mundo que os rodeia. Ponha de lado a bata de laboratório e
o microscópio… a ciência voltou a ser divertida! • Por que razão as pessoas têm sobrancelhas?
• Qual é a quantidade de água numa nuvem?
• Quão gordos teremos de ser para nos tornarmos à prova de bala?
• O que aconteceria se os extraterrestres roubassem a Lua?
• Como tornar-me num fóssil depois de morrer?" (Fonte: wook.pt)
Hoje, a minha irmã fez-me chegar esta imagem! Bem, que saudades que me deu. Eu adorava ver o Babar. Eu passei a minha infância em França, daí que assisti à série quando lá estive. Os livros também estavam na biblioteca que eu frequentava e deliciava-me a ler as histórias. Quando vim para Portugal, assisti (mais tarde) à série na RTP2 à hora de jantar (quando não estávamos a jantar... Sim, porque os meus pais dispensavam "macacada"). Babar era um pai de família, rei dos elefantes, que tinha algumas chatices com o rei dos rinocerontes mas que não se deixava atormentar demasiado e dava mais importância a passar algum tempo a contar as suas histórias aos filhos. Depois da mãe morrer às mãos de um caçador, Babar foi viver para a civilização onde passou a vestir-se e viveu imensas aventuras. Mais tarde, voltou para a floresta e foi coroado rei dos elefantes. Vi que já existe uma nova versão de Babar computadorizada... Nããaaaaoooo!!! Porquê? Ele era tão lindo!! Ás vezes sinto-me velha quando digo estas coisas mas enfim... Modernices... Bonito é saber como surgiu Babar. Jean de Brunhoff (escritor e pintor) foi autor dos livros e inspirou-se nas histórias que a mulher, Cécile, contava aos filhos dele (Laurent e Mathieu) para adormecerem. Uma ajudinha do irmão e do cunhado para publicar e tchanã! Nasceu mais um desenho animado fantástico!
Eu não tenho acompanhado as estreias como deveria e queria mas este filme chamou-me a atenção. Quem teve esta ideia genial de pôr um ursinho tão fofinho no papel do sexo masculino do Homo sapiens? Realizado por Seth MacFarlane (que inclusivé faz a voz de Ted), este filme conta com Mark Wahlberg, Mila Kunis (não a acham parecida com a Sofia Ribeiro? Acho que têm alguma coisa em comum...) e Giovanni Ribisi. Eu quero ir ver, eu quero, eu quero...
Ora, vamos lá começar pelo início. Ontem ainda consegui apreciar o talento de Luísa Sobral. Não ouvi muito mas foi o suficiente para ver que ela tem jeito para a coisa. Depois Mónica Ferraz abriu o palco principal. Ela é linda e canta bem. Para mim, o ponto alto foi a por mim, tão esperada "Go go go", mas "Golden Days" foi com certeza o ponto dourado do concerto da ex-vocalista dos Mesa. Embora seja um concerto mais paradito, ela não deixou de puxar por nós. Nota positiva!
Seguiram-se os "The Hives". Resumindo e concluindo: adorei!!! Foi a surpresa do Festival! Pensava eu que não os conhecia e afinal eu conhecia algumas musicas, só não tinha associado a quem eles eram... Pois agora está associado e tornei-me fã! Desde a apresentação deles em palco que é espectacular, ao divertimento que eles proporcionam passando pela música, os "The Hives" são, na minha opinião, uma banda completa e que trabalha para o público! Até concederam o desejo ao "Miguel", um rapaz do público que pediu para tocar baixo em palco com eles! E não é que não deixou ninguém mal? Parabéns Miguel! Ponto alto do concerto? Não sei dizer... Nota positiva e mais positiva ainda!
A equipa das manhãs da Comercial deu o concerto mais curtinho mas não menos empolgante. O hino do Marés foi entoado por todos os presentes!
Anastacia não esteve mal mas não foi deslumbrante! A voz dela é inegualával, disso não há qualquer dúvida mas infelizmente não foi um concerto que me tenha marcado. Tivemos a oportunidade de assistir à música que ela canta com Eros Ramazotti "I belong to you" mas com uma das vozes secundárias, chamada Maria. As canções desfilaram e nós só tínhamos que acompanhá-las, afinal, poucas eram as que não tinham sido êxito de rádio. Ela gostou de nós, pelos vistos estávamos "Miamis" e nós gostámos dela. A minha música preferida "Sick and tired" também por lá andou...
Por fim, Pedro Abrunhosa teve a honra de encerrar, não só o dia, como todo o festival. Foi um concerto muito bom mas eu já estava cansadíssima e só queria que ele cantasse a música "Fazer o que não foi feito" que eu tanto gosto... Ele adivinhou e cantou-a quase no fim, fazendo com que eu assistisse ao concerto todo. Dispensava as mensagens políticas! De resto, foi um óptimo espectáculo!
Este festival foi óptimo e o melhor de tudo é que para o ano há mais!!!
Ora então, começamos ontem com Ebony Bones. Peço desculpa, passou-me completamente ao lado... Seguiram-se os Azeitonas que, na minha opinião, estiveram muito bem. No entanto, o ponto alto deu-se com a entrada de Rui Veloso. Foi lindo!!! Ele nem precisava de cantar, nós cantávamos por ele. E claro que, fora isso, o auge do concerto notou-se nos dois singles mais conhecidos: "Quem és tu miúda" e "Anda comigo ver os aviões". Nota? Positiva é claro!
E Billy Idol? Bem, não há palavras! Foi espectacular. O meu concerto preferido ontem à noite. O nome soava bem mas confesso que não o conseguia associar a música nenhuma. E afinal conheci várias!!! "Dancing with myself" foi-me apresentada em versão Bossa Nova pelos Nouvelle Vague mas adorei conhecer a versão original e foi óptimo ver um senhor com tanta auto-estima e tanta vontade de agradar. Ele demonstrou muito amor pelos palcos... Por mim, que se mantenha neles muitos anos! Esta "Sweet sixteen" foi a música que me ficou. Não é de andar aos pulos mas é muito bonita.
Por fim, Gogol Bordello? Pois, não me apaixonou. É um músico muito divertido e que espalha alegria e boa disposição. A união dos instrumentos musicais que ele combina funciona na perfeição mas, infelizmente, não foi o suficiente para "lhe cair aos pés". Não se pode gostar de todos....
Eis a música que me ficou na cabeça desde ontem. Os Kaiser Chiefs encerraram o 2º dia do Marés Vivas da melhor forma. Foi a terceira vez que os vi ao vivo e continuo a adorar. O vocalista, Ricky Wilson, parece um macaquinho a saltar e a subir para todo lado mas sem nunca falhar as músicas que tanto gosto de ouvir! Editaram recentemente "Souvenir", um álbum que inclui os êxitos da banda desde 2004. Este foi, assim, o álbum que apresentaram num concerto com nota positivíssima! Este "Listen to your head" foi anunciada como a nossa música preferida de todos os tempos pelo vocalista. Não direi tanto mas que é uma das minhas músicas preferidas desde quinta-feira, lá isso é.
Os Garbage também estiveram à altura das minhas espectativas. Shirley Manson não estava muito bem disposta e fez o favor de avisar um "fã" inconveniente para não se meter com ela. A verdade é que não entendo muito bem o porquê do público atirar coisas para o palco que não sejam flores ou peluches... Ou pelo menos alguma coisa que mostre apreço pelos artistas em palco. Eu gosto imenso dos Garbage e fiquei muito satisfeita mesmo com o concerto porque eles são profissionais e não se deixaram "incomodar" seguindo com o concerto que teve o ponto alto quando se ouviu "Only happy when it rains". Nota positiva, mais uma vez!
Quanto aos The Cult, vi o concerto mas não me despertou paixão. Os Gun, que neste caso abriram o palco principal neste dia, não os vi. Deu para perceber que tinham um som interessante, no entanto, não o suficiente para trocar o jantar por eles... E o sitinho dos "comes e bebes" está tão giro...
Para mim, o festival Marés Vivas começou com os "The Sounds" e começou muito bem! Já os conhecia (sim, graças a ti mana) e foi óptimo poder acompanhar várias das canções que este grupo sueco nos "ofereceu" ao vivo. A altura do título de mulher mais sexy do rock, Maja Ivarsson desfilava no palco e até chegou a cair... Mas o verdadeiro artista levanta-se e prossegue. O concerto teve nota positiva.
Depois seguiram-se os Wolfmother com um aspecto muito mais "antigo" do que aquilo que eles na realidade são. Estes australianos fizeram um concerto que eu gostei muito e chegaram a levar-nos com eles para "outra dimensão". A música preferida foi sem dúvida a mais conhecida, neste caso a única que eu conhecia! Mais um concerto nota positiva.
Por fim, foram os Franz Ferdinand (que eu carinhosamente tenho chamado de FF) que subiram ao palco e eu só pensei: "Tirem-lhe aquele bigode!!!" Mas o conecrto compensou o bigode e foi espectacular! Para mim, o melhor concerto da noite. O meu momento preferido: "Take me out". Estes escosseses fizeram um óptimo trabalho e o público não ficou nada atrás! Portamo-nos todos lindamente!!! Logo há mais! Yeah!!!